Renda Fixa
Renda fixa é o termos utilizado para investimento que possui regras definidas no momento da aplicação.
Esta modalidade foi por muitos anos uma boa opção de aplicação, devido aos altos juros, assegurava um bom retorno. Não precisava procurar muito para encontrar boa opção antes de tomar qualquer decisão.
Outro fato importante nesta decisão é a segurança de a baixa volatilidade.
O cenário atual mudou muito (2019 - 2020), com a queda da Selic, esta modalidade de investimento deixou de ser a queridinha e houve uma grande migração por manter os ganhos na renda variável.
Escrevemos um breve conceito de renda fixa em 2018, onde a rentabilidade anual do CDB, era de aproximadamente 6,18%
Como funciona a renda fixa?
A rentabilidade é garantida? O risco de perda é zero? Estas são as principais dúvidas sobre a renda fixa.
No investimento em renda fixa, o cálculo para remuneração é previamente definido e conhecido desde o momento da aplicação.
Podemos dizer que o investimento consiste na compra de um título de renda fixa que EMPRESTA o dinheiro para alguém e em troca, espera receber o valor aplicado no prazo pré estabelecido, acrescido de juros, que são a remuneração pelo tempo em que o recurso ficou emprestado.
É muito importante saber que existem condições pré estabelecidas, como prazos, taxas, índices de referências e detalhes de negociação dos papéis, são previstas antes da contração.
Os emissores desta modalidade de título de renda fixa, que toma o dinheiro emprestado, podem ser bancos, empresas e o próprio governo. O funcionamento geral dos papéis são parecidos, independente da origem. Mas é importante entender que a RENDA FIXA não é sinônimo de retorno garantido. Esse investimento também estão sujeito a riscos, tanto de crédito quanto de mercado, podendo ocorrer em algumas situações adversas que um título pode varia tanto quanto uma ação.
Então podemos dizer que o atual momento Pandemia COVID-19, Crise mundial e crise do Planalto, temos todos os ingredientes para incidir em variação da renda fixa.
Rendimento da Renda Fixa
Quanto renda uma renda fixa? As condições das remunerações variam de título para título, dependendo do prazo para prazo, de emissor para emissor. Na maioria destes investimentos seguem alguns indicadores de referência, entre os principais são a SELIC, o CDI e a TR.
SELIC
É a taxa básica de juros da economia brasileira. A meta para a Selic é definida periodicamente pelo Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central. Serve de referência para o governo remunerar os investidores que compram seus títulos de dívida, mas não apenas. Na verdade, a meta baliza todas as operações envolvendo crédito do país, o que inclui os investimentos de Renda Fixa. Algumas dessas aplicações têm a SELIC como referência direta de remuneração. A poupança, por exemplo que rende 70% da SELIC ao ano. Tesouro Selic, título público negociado no Tesouro Direto que também paga a taxa básica, mais uma acréscimo ou em algumas épocas, um pequeno deságio.
CDI - Certificado de Depósito Interfinanceiro
É a referência média dos juros das operações de empréstimo de curtíssimo prazo, realizadas diariamente pelos bancos entre si. O CDI e a SELIC caminham muito próximo um do outro. Normalmente, as duas taxas são muito parelhas.
As aplicações de renda fixa muito familiares aos investidores tem o CDI como referência, é o caso dos CDB (Certificados de Depósitos Bancários).
Esse modelo de remuneração, um percentual do rendimento de um indicador é bastante comum nos investimentos de renda fixa, nesta aplicação que pague 80% do CDI, por exemplo, ainda que o CDI renda 5% ou 10% ao ano, o investidor embolsará apenas uma fatia, neste caso 80%.
TR - Taxa Referencial
É a taxa que corrige por exemplo rendimento da poupança e é calculada a partir das médias das taxas dos CDB's prefixados.
Investidor Buy and Holder
